
Estudo autónomo
Filme 22 de Julho
Sinopse:
No dia 22 de Julho de 2011 ocorreu dois atentados terroristas na Noruega, cometidos por Anders Behring Breivik.
No primeiro atentado ocorreu uma explosão perto dos edifícios governamentais em Oslo, poucas horas depois Anders dirigiu-se para um acampamento de jovens na ilha de Utoya, onde ocorreu um tiroteiro - o segundo ataque terrorista.
Anders Breivik foi detido, onde juntamente com o seu advogado disseram que o motivo para estes ataques foi loucura, mais tarde diagnosticado com psicose paranoica por psiquiatras, mas após algum tempo este confessou que os seus crimes foram por motivos políticos, estando consciente sempre do que estava a fazer, nunca demonstrando remorsos.
A minha opinião:
Na minha opinião este filme demonstra a realidade chocante que é quando estes atentados terroristas acontecem bem como o sofrimento das vítimas, deixando cicatrizes que nunca passam.
Porque relaciono este filme à Psicologia:
Este filme aborda dois temas como a sociopatia e o stress pós-traumático, temas relacionados com a psicologia, mais especificamente com a mente, no filme após ter acontecido estes atentados é normal que as pessoas comecem a desenvolver alguns sintomas de PSPT (perturbação de stress pós-traumático), pois como foi uma experiência muito traumatizante pode mexer com a mente de qualquer um. A sociopatia um tema abordado nas nossas aulas encaixa-se perfeitamente neste filme, pois Anders matou imensas pessoas a sangue frio, sem nunca sentir remorsos por ninguém.
Artigo - O cérebro dos psicopatas tem menos massa cinzenta
Reflexão do episódio "How to focus" da série documental "The Mind Explained"

Neste episódio "How to focus" da série documental da Netflix "The Mind Explained", fala sobre a concentração, mais especificamente como nos concentrar, no mundo moderno e agitado cheio de distrações.
Ao longo dos anos as distrações foram piorando tornando-se cada vez mais sofisticadas.
No início do documentário foi pedido para realizarmos um teste, e esse teste consistia em contar o número de saltos que o rapaz dava no trampolim, eu estava tão concentrada em contar os saltos que nem vi o gorila, que apareceu no teste.
Num
estudo apresentado por cientistas dizem que o cérebro humano é capaz de estar
90 minutos concentrado, passados esses minutos precisamos de uma pausa.
Noutro estudo dizem que milhares de pessoas vêm o seu email a cada três minutos, não porque vontade própria mas sim devido ao trabalho. Na minha opinião acho que nós já estamos tão habituados a ter trabalhos por exemplo da escola, que quando não temos, parece que está algo de errado, então temos sempre a necessidade de ir verificar.
O que realmente nos distrai não é a televisão ou os telemóveis, mas sim a nossa mente, pois ela é um sistema infinitamente complexo.
Foi referido que muitas pessoas para "fortalecer" a concentração usam a meditação, mas em vez de disso, outras optam por uma abordagem diferente como tomar Adderall, esta substância funciona para aumentar a atividade de dois químicos no cérebro, a norepinefrina, que nos faz sentir alerta e a dopamina, que nos motiva a procurar recompensas, estes dois químicos juntos facilita a concentração durante mais tempo. Mas esta droga tem muitas consequências a longo prazo.
Com este documentário consegui perceber que não são as tecnologias que nos distraem, mas sim a nossa mente. Mais vale olhar para o mundo que nos rodeia em vez de estarmos sempre a trabalhar.
Reflexão do episódio "Memory" da série documental "The Mind Explained"

Neste episódio "Memory" da série documental da Netflix "The Mind Explained" fala sobre a memória, mais especificamente como funciona, e como muitas das vezes nos pode enganar.
Este episódio começou por falar sobre as memórias das pessoas no dia 11 de setembro, mais especificamente sobre as memórias de uma rapariga, ela lembrava-se que a mãe dela trabalhava na cidade e recorda-se que havia fumo a pairar sobre a água do estuário de Long Island, por trás do edifício onde ia à escola. Depois falou com a mãe e todas as memórias que ela tinha desse dia não batiam certo, pois a mãe nesse ano trabalhava no Connecticut.
Segundo
uma Neurocientista, 50% dos detalhes das nossas memórias mudam num ano, mesmo
que achamos que estas estejam corretas.
Yanjaa Wintersoul é mestre da memória, consegue decorar centenas de números, palavras, caras, imagens, entre outras, num curto espaço de tempo, isto resume-se ao modo como o nosso cérebro armazena memórias.
Quanto a experiências pessoais, certas características fazem-nos lembrar umas mais do que outras, como a emoção, o lugar e a história, pois estas são a base de algumas memórias mais fortes.
Muitas das vezes as nossas memórias podem ser contaminadas, um exemplo é o caso de Jennifer Thompson que após duas décadas de ter sido violada, apareceu com o homem que identificou, como o seu atacante. Após ter escolhido a foto de Ronald Cotton (na esquadra da polícia) a polícia disse-lhe "Pensámos que era ele". A memória já estava tão contaminada que a imagem do seu violador já se tinha tornado no Ronald. Passado alguns anos de ele ter sido preso, descobriram que não tinha sido ele a cometer o crime, através de testes de ADN.
Com este documentário consegui perceber como é que a nossa memória funciona e que as nossas memórias não são 100% fiáveis.
Reflexão do episódio "Anxiety" da série documental "The Mind Explained"

Neste episódio "Anxiety" da série documental da Netflix "The Mind Explained" fala sobre a ansiedade, mais especificamente o que é, porque é que tantas pessoas se sentem assim e o que podemos fazer.
O episódio começa por falar sobre os ataques de pânico e as suas sensações como sentir frio, o foco começa a ficar estreito, um formigueiro, entre outros, ou seja, um ataque de pânico é uma intensa forma de ansiedade.
A ansiedade é a doença mental mais comum, onde trinta por cento das pessoas está destinada a tela.
A amígdala (centro emocional do cérebro) é uma parte do nosso cérebro que se não for controlada pelo córtex pré-frontal pode originar crises de ansiedade.
Maria Bamford, uma comediante, conta ao longo do episódio de que já sofreu de alguns ataques de pânico ao longo das suas atuações, de que tem POC e de como demorou muito tempo a acertar a sua medicação.
Os diferentes tipos de distúrbios de ansiedade agrupam-se de acordo com os medos, são eles os medos catastróficos, da avaliação, de perder o controlo e da incerteza.
Podemos perceber ao longo do episódio que as causas da ansiedade são muitas como o stress, os traumas, o equilíbrio químico no cérebro, redes sociais, entre outros.
A maioria das pessoas com ansiedade tentam resolver o problema sozinhas, usando o álcool, mas este pode agravar a ansiedade a curto e longo prazo, outros usam erva e os resultados são mistos, mas também há o exercício, e uma substância chamada CBD, que ajuda mesmo, mas a curto prazo.
Há muitos medicamentos para a ansiedade, mas em certos casos leva muito tempo a acertar a medicação, um dos casos é o de Maria Bamford, que levou 15 anos até encontrar a medicação adequada.
Um dos tipos de terapia é a TCC (terapia cognitiva comportamental), na qual o terapeuta altera pensamentos negativos e padrões de comportamento, que para pessoas com ansiedade esta técnica é usada para expor os seus medos, o que leva a aprendemos que podemos gerir os pensamentos até que essas associações se comecem a desfazer.
Com este documentário consegui perceber mais um pouco sobre a ansiedade e de como esta afeta muitas pessoas, uma realidade que hoje em dia está muito presente, no nosso dia-a-dia.
