Conteúdos abordados em aula
Reflexão
do vídeo "O que é o déjà vu? " do canal do YouTube
"Psicologia também é ciência"
Neste vídeo "O que é o déjà vu? " do canal do YouTube "Psicologia também é ciência", aborda o tema o que é o déjà vu.
O déjà vu é uma sensação ou impressão de que algo nos é familiar, e que já a experienciámos antes, mas não conseguimos saber onde, quando nem como, pois é como a vivêssemos pela primeira vez.
Os casos de déjà vu tendem a demorar alguns segundos e aparecem quando nos sentimos cansados, stressados e ansiosos.
Estas experiências têm vindo a ser associadas a algumas doenças e psicopatologias.
Em conclusão existem duas formas de déjà vu e são elas a patológica e a não patológica.
Na minha opinião eu achei este vídeo bastante interessante porque já por várias vezes tive sensações de déjà vu e assim consegui saber mais sobre este tema muito pertinente.
Reflexão do vídeo "Memorize melhor com... mnemónicas!" do canal do
YouTube "Psicologia também é ciência"
Neste vídeo "Memorize melhor com... mnemónicas!" do canal do YouTube "Psicologia também é ciência", aborda o tema as mnemónicas.
As mnemónicas também conhecidas como auxiliares de memória são um tipo de ferramenta que nos ajudam a memorizar melhor.
Ao criarmos mnemónicas estamos a organizar informação segundo determinados padrões que nos ajudam a memorizar com menos esforço e a manter a informação na memória a longo prazo.
Foi referido no vídeo alguns exemplos de mnemónicas são elas as rimas, palavras, poemas, imagens, histórias, etc.
Em conclusão as mnemónicas são associações que fazemos através de histórias, palavras, rimas entre outras para nos lembrarmos de certas coisas como listas de compras, fórmulas, etc.
Na minha opinião eu achei este vídeo bastante interessante porque já por várias vezes decorei coisas como fórmulas de matemática através de mnemónicas e assim também consegui saber mais sobre este tema muito pertinente.
Reflexão sobre a Ted talk "How reliable is your memory?", de Elizabeth Loftus

Nesta Ted talk de Elizabeth Loftus "How reliable is your memory?" fala sobre memórias falsas, mais especificamente o que são e quais são as suas consequências.
A psicóloga Elizabeth Loftus estuda as memórias, mais precisamente as falsas memórias.
Elizabeth começou por falar sobre um caso judicial que trabalhou sobre um homem chamado Steve Titus que foi acusado de violação. No decorrer da investigação a polícia tirou-lhe uma fotografia e colocou-a num arquivo de fotos, e depois mostraram-na à vítima e ela disse que "Este é o mais parecido" e quando Steve foi julgado a vítima disse "Tenho a certeza que é este homem" e ele foi preso.
Mais tarde foi comprovado que ele estava inocente, mas nunca mais foi o mesmo.
Foi aí que Elizabeth começou a trabalhar no caso tentando entender de como a vítima passou de "Este é o mais parecido" para "Tenho a certeza que é este homem".
Num projeto nos Estados Unidos trocou-se informações sobre 300 pessoas inocentes que foram condenadas por crimes que não cometeram e nesses casos, três quartos deles foram influenciados por falsas memórias, assim como o caso de Steve.
Elizabeth fez vários estudos e o que estes mostraram é que quando damos informações falsas sobre qualquer experiência que podem ter tido, podemos distorcer, contaminar ou alterar a recordação.
Nos anos 90, alguns pacientes iam à terapia e quando saíam tinham um problema diferente (envolviam memórias esquisitas e improváveis) e foi descoberto que a maior parte dessas situações envolvia um tipo especial de psicoterapia que englobavam exercícios de imaginação, interpretação de sonhos, hipnose ou à exposição de memórias falsas, então foram realizados vários estudos que abordavam esses processos.
Foram referidas no vídeo estas perguntas: "Se implantarmos uma memória falsa na nossa mente, isso terá repercussões?", "Isso afetará os nossos pensamentos posteriores, o nosso comportamento posterior?", na minha opinião é sim, porque como foi referido no estudo se por exemplo me dissessem que eu enjoou em algumas comidas eu não iria comê-las, como me foi implantada uma memória falsa eu provavelmente até ia gostar dessa comida e nem sabia, por isso não acho correto serem implantadas qualquer tipo de memórias falsas.

Reflexão do documentário "Ka-Ching! Pokie Nation"

Este documentário fala sobre as "slot machines", ao longo deste, são abordados diversos temas como o vício, a manipulação destes jogos e de como estas pessoas de um momento para o outro podem perder tudo.
As pessoas quando jogam nestas máquinas e ao verem que estão a ganhar, ou a ter sorte com o jogo têm tendência a continuar, o que se torna num vício, um dos exemplos dados é de um senhor que ao jogar ganhou 1000 euros, de seguida jogou outra vez e perdeu todo o dinheiro angariado.
Cada vez mais estas máquinas de jogo ganham mais adeptos, e muitas das vezes o vício é tão grande que as pessoas perdem as suas casas, os empregos, famílias, entre outros.
Na minha opinião acho que as pessoas deviam jogar menos estes jogos, pois a probabilidade de ganharmos são as mesmas de não jogarmos e cada vez mais estas máquinas são manipuladas para que não se ganhe.

Reflexão sobre a Ted talk "A estranha política do nojo", de David Pizarro
Nesta Ted talk de David Pizarro "A estranha política do nojo" fala sobre o nojo.
O psicólogo David Pizarro começou por falar sobre o quão difícil é envenenar um ser humano, pois temos uma espécie de detetor de venenos que se pode observar logo nos recém-nascidos e que se expande durante a vida adulta, tornando-se uma reação de nojo desenvolvida.
O nojo é uma emoção, e uma das características do nojo que o torna uma sensação tão interessante é que é muito fácil de aparecer como por exemplo observar fezes, vomito, entre outros.
Há um conjunto de indícios cada vez maior de que a sensação de nojo influência as crenças morais, ou até mesmo as intuições políticas mais profundas.
A filósofa Martha Nussbaum diz numa citação que ao longo da história certas propriedades do nojo têm sido associadas a judeus, homossexuais e a pessoas de classe baixa.
Num estudo realizado nos EUA encontraram um padrão que dizia que as pessoas mais conservadoras em relação à orientação política enojam-se mais facilmente.
Ao longo dos últimos cinco anos muitos investigadores têm feito estudos e de uma maneira geral os resultados foram sempre os mesmos, quando as pessoas estão enojadas, as atitudes derivam para a direita do espectro político e também em direção ao conservadorismo moral.
O psicólogo David Pizarro na conclusão desta Ted talk diz que o que associamos ao nojo tem muitas das vezes a ver com o que não gostamos.

Reflexão do vídeo "Conformidade Social - O Experimento em uma sala de espera"
Neste vídeo "Conformidade Social - O Experimento em uma sala de espera", aborda o tema a conformidade social.
Foi feita uma experiência numa sala de espera cheia de câmaras ocultas, que consistia em sempre que as pessoas ouvissem um bipe tinham que se levantar.
No início da experiência, uma senhora tinha acabado de chegar e ao ver que as outras pessoas se levantavam ela levantou-se também (após três bipes), pois sentia-se mais confortável se o fizesse, obedecendo perfeitamente ao grupo.
Numa segunda etapa, retiraram as pessoas da sala, ficando só a senhora, mas após o grupo sair continuou a levantar-se, e à medida que chegavam mais pessoas todas fizeram o mesmo.
O professor Jonah Berger explicou que este tipo de forma internalizada de comportamento de pares faz parte do que chamamos aprendizagem social, pois quando vemos membros do nosso grupo a executar uma tarefa, temos a tendência de fazer o mesmo.
Na minha opinião eu acho que faria o mesmo, pois como a senhora disse, não me queria sentir excluída do grupo.

Reflexão do vídeo "Experimento da Conformidade de Asch"
Nesta
experiência de conformidade em grupo, chamada experiência de Asch, onde várias
pessoas (1 voluntário e 4 atores) têm de responder oralmente a um teste de
perceção visual.
Este teste consiste em que todos os atores respondam incorretamente à pergunta que é colocada pelo cientista e o teste é ver se o voluntário responde corretamente ou consoante o grupo.
No primeiro teste, a resposta é 2, e todos os atores responderam 1, e o voluntário responde 2, mas no segundo teste, o voluntário responde incorretamente mediante os atores, sabendo que a resposta correta era outra vez a número 2.
Este foi repetido várias vezes e o resultado foi sempre o mesmo, a explicação é simples pois, nós não nos cremos sentir excluídos pelo grupo, mesmo não acreditando no que as pessoas estão a dizer, neste caso a resposta à pergunta.

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